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Fundação Capézio

Capezio Ballet Makers Dance Foundation Inc. foi criada em 1953 como a Fundação Capezio.

Sua missão é:

“Criar uma maior consciência e valorização da dança como uma forma de arte e apoiar os esforços que preservam o legado do passado, reconhecer as realizações do presente e incentivar novos ou emergentes talentos, tendências e práticas.”

Para cumprir essa missão, a Capezio Ballet Makers Dance Foundation opera dois programas:

  • O Prêmio de Dança Capézio, que homenageia aqueles indivíduos ou organizações responsáveis por fazer uma contribuição substancial, de longa data, de dança.
  • Um programa de bolsas que oferece assistência a organizações e/ou associações de dança que promovem a dança a nível  local, estadual e nacional.

Capézio Prêmio de Dança

História e Objetivo

Estabelecido em 1952, o Capézio Dance Award é apresentado anualmente em reconhecimento de contribuições significativas para a dança nos Estados Unidos. Inicialmente dado à dançarinos individualmente, coreógrafos, críticos, professores, produtores e administradores, selecionados por uma comissão independente, o programa foi reestruturado e ampliado em 1992 e novas diretrizes foram desenvolvidas.

Candidatos são nomeados a partir de um grupo identificado pelos administradores, em cooperação com um comitê de ilustres conselheiros nacionais (que também são selecionados a cada ano). O prêmio é concedido a um indivíduo, companhia ou instituição acompanhado de um honorário de 10.000 dólares (17.255 reais – câmbio de 28/11/10). Altamente considerado pela comunidade de dança por seu prestígio e valor pragmático, o Prêmio de Dança Capézio é apresentado em uma cerimônia em homenagem ao premiado.

Curador E Diretor Executivo

Curadores

  • Lawrence Freedman
  • Anthony Giacoio
  • Donald Terlizzi
  • Michael Terlizzi
  • Nicholas P. Terlizzi, Jr.
  • Alfred S. Terlizzi (1939-1998)

Diretor Executivo

  • Jane Remer.

Traduzido de Capézio Brands.

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A VONTADE DE SERMOS VISTOS
Por Maria Luisa

 

Por que você decidiu ser bailarino?
O que você imagina-se fazendo?
Quando se imagina dançando aquela variação dos sonhos, se imagina no palco ou imagina que está na plateia olhando a si mesmo?
Já parou para pensar que talvez esteja olhando na direção errada? E que tudo na vida para ser visto necessita ser olhado?
Se olhamos na direção errada, não vemos nada ou o que vemos é uma realidade distorcida.

Tive outra grande sacada.
Eu danço por mim ou pelos outros? Minha vontade é ser ótima para mim ou para os outros?
No mundo da arte, obviamente, temos de ter uma platéia.
Não há bailarino que se consagre sozinho, piruetando em seu quarto no escuro.
É aí o x da questão. A plateia apenas se beneficia do que o bailarino expõe, mas o bailarino DEVE ser o maior beneficiado. Você é? Do contrário, não há por que se aventurar neste mundo.
Nos apresentamos desejando sermos vistos ou nos apresentamos desejando satisfazer a nós próprios por meio do movimento?

Me encontrei em crise, me encontrei pensativa.
Agora já não me entendo mais, minha visão está turva.
Estou reavaliando minha vida e isso inclui o ballet.

Nunca entendi pessoas que já fizeram ballet dizerem odiar ballet, eu achava que elas estavam loucas. Agora talvez eu entenda. Você se frustra porque quer deleitar olhos alheios, porque quer emocionar aos outros, porque quer girar 32 fouettes pelos outros e se esquece de tirar proveito de sua dança. Você passa 8 anos da sua vida para se formar, se criticando, se culpando, por vezes criando distúrbios alimentares e torturando-se mentalmente, só para conseguir mostrar a pessoas que você NÃO conhece todo o seu virtuosismo e seu talento em 5 minutos no palco, talvez, para que depois elas comentem que “aquele bailarino é bonzinho até, mas falta alguma coisa…”. E aí você desiste e culpa a elas, promete a si mesmo nunca mais pisar naquela sala de linóleo, com a barra e um espelho – aquele que você olhava para apontar suas gordurinhas – quando o verdadeiro culpado é você mesmo, que passou tantas vezes por cima da sua vontade para que os outros te achassem o melhor bailarino. A partir deste dia, você odeia ballet.

Talvez eu ainda precise de uma semaninha para colocar os pensamentos em ordem, mas eis neste texto o que me ocorreu hoje.

Ballet é de dentro para fora, não de fora para dentro.
Ballet não é arte visual, é arte interior exteriorizada visualmente.

Aceite os altos e baixos, nem sempre você vai estar em sua melhor forma ou com sua melhor disposição. Não pense naquela pirueta dupla que você não consegue virar, pense naqueles saltos, aqueles que você ama fazer e arrasa.

E se for para dançar, que seja pelo motivo certo.

Vi aqui.

Outra poesia sobre ballet, também do Site De Poesias.

Dança,bailarina,dança…
Põe nos teus passos toda a harmonia
E toda a poesia nas pontas de teus pés
Em gestos nobres,faze surgir a fé!!!

Gira,bailarina,gira…
Vai girando e semeando amor,
Mais depressa que as voltas do mundo,
Pra que haja tempo de matar a dor!

Baila,bailarina,baila…
Traze contigo a primavera
Pra florir os campos,florescendo a Terra,
Numa explosão de cores que tua dança encerra.

Faze de tua arte uma suave prece
Capaz de enternecer os corações de pedra
Faze tua música soar tão alto
Calando assim os estopins da guerra!!!

Mostra ao Homem que o teu bailado
Expressa a vida nesse simples ato…
Onde o amor é tudo,onde o amor é nato.

Que em teus saltos ponhas tua garra
Seguindo sempre a luz de teu clarão,
Quebrando muros para unir os povos
Num universo único,onde se dêem as mãos.

Abre tua alma,no esplendor da dança…
Não desistas nunca e verás,enfim,
Bailar no campo,doce e cálida esperança,
Em meio às flores de um lindo jardim…


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