Coisas De Garota E Cia

Posts Tagged ‘adolescência

1- Odeio falar no telefone.

2- Sou tímida. (Depende do que você considera tímida)

3- Gosto de comidas frias…Macarrão frio, Pizza fria, lasanha.

4- Tenho ciúmes dos meus ídolos.

5- Amo ler.

6- Me apego fácil às pessoas.

7- Nunca choro na frente de ninguém. (Só meus pais e minhas irmãs já me viram chorar…)

8- Sou bipolar.

9- Prefiro gato do que cachorro.

10- Amo bandas e musicas antigas.

11- Adoro musicas.

12- Só dou valor as coisas depois que perco.

13- Amo tomar banho de chuva.

14- Amo meninos com cabelo cacheado.

15- Adoro listinhas.

16- Amo tirar esmalte das unhas.

17- Durmo pouco.

18- Gosto de fazer diálogos na minha cabeça.

19- Confio em Deus cegamente.

20- Não sei que profissão seguir.

21- Amo crianças.

22- Não acredito que o amor dure pra sempre. (tenho minhas dúvidas)

23- Amo camisetas de bandas.

24- Depois de uma semana as roupas novas ficam velhas.

25- Adoro estralar os dedos.

26- Já gostei do meu melhor amigo.

27- Sempre espero o pior das pessoas.

28- Sempre choro assistindo “ABC do amor”.

29- Quando minha mãe chega em casa ligo a TV pra ela não pensar que fiquei o dia todo no computador.

30- Sou mais apegada a minha familia por parte de mãe.

31- Sempre gosto de alguém em segredo.

32- Acredito nas horas iguais.

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1. Ter o cabelo grudado em um chiclete ou massa de modelar.
2. Fingiu ser uma super espiã.
3. Fingiu ser o Harry Potter.
4.  Passou um filme todo dizendo: “eu sou tal personagem”.
5. Chorou ate fazer os pais comprarem algo.
6. Comprou alguma novidade, experimentou, não gosto e jogou fora.
7. Deixou de poder comprar algo por não ter mais vinte e cinco centavos no banco.
8. Riu de uma piada mesmo sem entender .
9. Fingiu que estava ocupado no msn, só para não responder alguém.
10. Procurou amigo por amigo de uma pessoa para achar a(o) menino(a) que você viu com seu amigo(a).
11. Entrou alcoolizado no msn .
12. Fingiu estar dormindo.
13. Comprou coisa demais e depois não aguentou comer tudo.
14. Desligou sem querer o celular na cara de alguém.
15. Queimou alguma comida.
16. Copiou o exercício de algum amigo seu e tirou nota maior que a dele.
17. Ficou revoltado com uma premiação, por seu artista favorito ter perdido.
18. Postar algo no twitter e só depois notar que estava errado.
19. Trocar o status para namorando, mesmo não estando namorando.
20. Dizer uma verdade no dia da mentira, só para ver a reação das pessoas.
21. Ficou revoltado com a sua serie favorita por acabar na melhor hora.
22. Xingar a Televisão.
23. Bater no Monitor do computador, mesmo sabendo que o que trava é a CPU.
24. Usar palavras que nem mesmo você saiba o significado.
25. Usar do Google Tradutor para se livrar de alguma enrascada.
26. Ir ao McDonalds e esquecer de pedir para tirar os ingredientes e depois ficar desmembrando o sanduíche na mesa.
27. Sujar tudo que seus pais arrumaram um dia depois.
28. Dizer que vai dormir na casa de algum amigo e aprontar.
29. Se sentir o mais velho com 10 anos e depois que os anos passam ver como você era bobo.
30. Assistir desenhos.
31. Esquecer o que está falando.
32. Dizer que vai assistir televisão e acabar caindo no sono sem querer.
33. Notar que esqueceu algo que precisava, só depois que já saiu de casa.
34. Cuidar de bêbado vomitando.
35. Ficar sem graça quando alguém para você a rua e diz: “Não lembra de mim? Eu te vi crescer”.
36. Ter uma briga com seus pais por eles não deixarem você ir para algum lugar.
37. Ficar mais tranquila quando vê que seu(sua) amiga(o) tirou nota vermelha também.
39.  Ficar que nem bobo esperando para para montar a árvore de natal e depois cansar de vê-la todo dia.
40. Planejar uma roupa a semana toda e no dia usar e não gostar.
41. Dormir lendo um livro.
42. Não estudar nada e mesmo assim se dar bem na prova.
43. Levantar para atender o interfone e no final não ser ninguém.
44. Brigar com alguém, dizer: ”eu nunca mais vou falar com ele(a)” e depois de dois dias fazer as pazes.
45. Tomar um tombo e dizer: “Não tá doendo”, mesmo que esteja.
46. Perder tempo fazer esses testes de “destaque o que você já fez”.
47. Acordar no meio da madrugada para fazer necessidades.
48. Acordar 10 minutos antes do despertador tocar e voltar a dormir só por 10 minutos.
49. Criar expectativas e ve-las indo por agua a baixo.
50. Escrever no Orkut na frente do nome: “O tal do…” ou “A tal da…”.

E vocês? Coloquem a resposta nos comentários!

Sabe quando você sonha com uma coisa, e sonha tanto que acha que essa coisa nunca vai deixar de ser um sonho? É assim comigo e o ITA. Não vou dizer que desde pequena eu sonhava em ir pro ITA, nem nada disso, porque não foi o que aconteceu. Mas eu sempre gostei de matemática e exatas.

Quando tinha uns 7, 8 anos, aquela idade em que nossos pais são nossos heróis, eu quis ser engenheira elétrica, assim como meu pai. Mas minha mãe falou que essa era uma profissão de homem, e disse pra eu procurar uma profissão mais… feminina. Como naquela época eu obedecia tudo que meus pais diziam, comecei a procurar uma profissão mais feminina. Meu pai falou para minha mãe me deixar ser o que eu quisesse ser, mas o estrago já tinha sido feito. Assim, eu passei os anos seguintes indecisa, querendo uma coisa a cada seis meses: médica, bailarina, professora, estilista, dona de agência de turismo…

Eu sabia que era indecisa, mas não tinha problema, afinal, eu não precisava decidir ainda. Então, chegou 2010. Eu entrei no primeiro ano. A única coisa que os professores falavam – além da matéria, claro – é o PAS e o vestibular. Percebi que já estava chegando a hora de decidir, mas estranhamente, não me sentia pressionada, como se tivesse hora marcada – apesar de ter. Eu queria ser diplomata. Eu faria relações internacionais na UnB, prestaria o concurso do Instituto Rio Branco, viajaria o mundo representando o Brasil e seria feliz para sempre. É, eu sei que soa meio conto de fadas, mas eu nunca gostei de planejar especificamente mais que alguns anos à frente, porque descobri bem cedo que desilusões podem destruir pessoas. Quando o meio do ano apareceu, meu pai conversou comigo sobre isso. Antes, não importava muito o que eu queria fazer, porque apesar de na época eu achar que quereria aquilo para sempre, meus pais sabiam que eu mudaria de ideia de acordo com meu amadurecimento. Agora, a coisa era pra valer.

“Você quer fazer relações internacionais ou quer ser diplomata?” ele perguntou. A pergunta me confundiu. Sabia que não era necessário fazer relações internacionais para prestar o Concurso de Admissão À Carreira Diplomática, mas achava que os melhores diplomatas o cursavam. “Quero ser diplomata. Por que?” respondi. “O curso de R.I. é muito vazio. Converse com sua prima e algumas outras pessoas que se formaram em R.I. para ter uma ideia, mas é basicamente o que você aprendeu na escola. Você sabe como é a vida de um diplomata? Sempre se mudando, nunca com uma moradia fixa. Você realmente quer isso?” concordei. “Mas e se acontecer tudo do jeito que você quer, e quando você chegar lá descobrir que não é do jeito que você imagina que é? Você vai ter desperdiçado todos esses anos. Pense bem sobre o que você quer fazer na faculdade, porque isso vai afetar um bom pedaço da sua vida. Talvez seja melhor você escolher fazer na faculdade seu plano B (meu plano A é o que eu falei lá em cima, do viver feliz para sempre) de modo que se a diplomacia não corresponder às suas expectativas, você terá uma profissão.” Eu tenho que dizer que amo isso nos meus pais: eles nunca fizeram uma escolha que era minha por mim. Eles mostram as opções e deixam que eu faça isso sozinha.

O que ele me disse ficou martelando minha cabeça por um bom tempo. E se? Eu odeio essa pergunta. Eu odeio não saber. Odeio ficar na expectativa. Elaborei melhor meu plano B, que na época, só dizia assim: Arquitetura e/ou Engenharia. Qual engenharia eu queria? Só faculdades nacionais, ou me arriscaria em outras fora do país? Quais vestibulares eu tentaria? Quanto tempo eu estava disposta a estudar? Se minhas escolhas me fizessem mudar de escola, eu ainda me manteria firme nelas? Acabei chegando à conclusão que queria passar no ITA, e que faria tudo para conseguir, independentemente das consequências.

Apesar das minhas notas em matemática, química, português e inglês (únicas matérias cobradas no vestibular do ITA, além de física) estarem ótimas, minhas notas em física eram pouco acima da média. No início do segundo semestre, eu tirei 5,5/10 com média seis. Não tive coragem de contar pessoalmente, então mandei uma mensagem tanto pro meu pai quanto pra minha mãe falando da nota. Até hoje não sei se minha mãe chegou a ver a mensagem, mas a resposta que recebi do meu pai foi tão fria e bruta quanto verdadeira:

Como você quer fazer a prova do ITA se nem consegue média na escola?

Aquele tipo de comentário maldoso que as pessoas fazem casualmente, mas que eu nunca esperei dele. Me atingiu mais do que ele deve ter pensado. Nada como um desafio ou alguém que me subestima para me fazer mostrar que a pessoa estava errada. Nas duas provas seguintes, minha nota aumentou, e eu fechei o ano com média 9,1 em física. Uma pequena conquista que me deixou mais feliz do que esperava. No entanto, o ITA ainda era sonho nebuloso. Eu comecei a estudar pro PAS duas semanas antes, e de acordo com o gabarito preliminar, tive uma boa nota, mas isso era duvidoso demais.

Durante toda essa última semana, eu pesquisava sobre o ITA, cursinhos preparatórios, provas anteriores… Mas tudo como pura curiosidade, algo que eu poderia fazer depois. Até que hoje cheguei em um site chamado Rumo Ao ITA. Lá, vi o depoimento de diversas pessoas aprovadas no ITA e no IME, e então percebi que se eu realmente quisesse passar no ITA – e de primeira – eu ia ter que fazer mais do que eu fiz todo esse ano. Teria que estudar horas, fazer muitos exercícios, abdicar um pouco da vida social, fazer escolhas que possivelmente me fariam enveredar por caminhos mais difíceis.  Eu realmente estou disposta a isso? Me perguntei, não pela primeira vez. Imaginei como seria… Estudar na melhor faculdade de engenharia do Brasil e uma das melhores do mundo.

Estar entre a elite cultural do país.

Saber que aquilo que eu queria, que eu realmente queria… eu consegui.

Sim, valia a pena.

Várias pessoas sofrem com o bullying. Bullying é uma palavra inglesa que significa  “valentão”, ou seja, aquele que pensa que é valentão – quando geralmente é um covarde. O bullying é assim,por exemplo uma pessoa emo,na maioria das vezes é zuado(a) na escola apenas por ser emo; Uma pessoa obesa,na maioria das vezes ele chega na escola e ja ouve-Lá vem a baleia!-isso o chateia, não?

Coloque-se no lugar dessas pessoas,”obesos,emos,os que usam aparelho nos dentes,baixos,altos,negro,branco de mais(aquelas pessoas que não tem muita melanina),os de cabelo crespo,os que mais estudam na sala”

As pessoas que sofrem de bullying quando crescem, podem se dar muito bem, se derem a volta por cima, ou se dar muito mal.

Então pense duas vezes antes de xingar alguem,ou até dar risadas de quem pratica o bullying por que ai ele(a) vai se dar contade que está perdendo o “auditório” ,veja alguns artistas que ja sofreram bullying e deram a volta por cima:

Madonna,Steven Spielberg,Michael Phelps,Kate Winslet,David Beckham,Demi Lovato,Miley Cyrus,Selena Gomes,entra muitas outras.

Isso serve de exemplo para você que sofre ou pratica o bullying.

Veja a seguir um video de Demi Lovato falando sobre o bullying...

O Site citado é esse  Aqui.

Você vai encontrar:

A pergunta é tão comum que é quase banal: “O que você quer ser quando crescer?”. Até os doze, treze anos, respondemos na hora. Mas depois que passamos dessa idade, começamos a ter dúvidas. Talvez seja porque é nessa época em que realmente percebemos que isso vai definir nosso futuro – pelo menos o futuro imediatamente depois do Ensino Médio. Alguns acham que somos jovens demais quando prestamos o vestibular e entramos na faculdade, que ainda não sabemos o que queremos. Nem todos pensam assim. Vamos ver o que diz o discurso de Jessica Stanley – no filme Eclipse, quando ela, Bella e sua turma estão se formando –  diz:

“Aos 5 anos nos perguntaram o que queríamos ser quando crescêssemos e dizíamos coisas como astronautas, presidentes ou, no meu caso, princesa.

Aos 10 voltaram a nos perguntar e dizíamos: estrelas de rock, cowboys ou, no meu caso, medalhista de ouro.
 

Mas agora que somos maiores, querem uma resposta séria, então que tal esta: ‘Quem diabos sabe?’


Não é o momento de tomarmos decisões rápidas, é o momento de cometermos erros, de tomar o trem errado e se perder, de apaixonar-se frequentemente. De se formar em filosofia porque é impossível fazer carreira nisto. De mudar de idéia e voltar a mudar porque não há nada permanente…

Assim, depois de cometer todos os erros que puder, algum dia, quando nos perguntarem o que queremos ser, não teremos que adivinhar… Nós saberemos.”

Se você ainda não sabe o que quer fazer na faculdade, pode tentar um teste vocacional na sua cidades (escolas, faculdades e psicólogos costumam oferecer esse teste). Ou um online aqui, aqui ou aqui.
Lembrando que os testes vocacionais servem para indicar possibilidades que parecem se adequar à pessoa, não são um caminho definitivo e certeiro. Somente a própria pessoa pode decidir o que ela quer para seu próprio futuro.
Só para descontrair:

 

Depois eu faço um update com a tradução!

Update: 22/11/2010 às 22:47.


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